Devemos ensinar nossos filhos a contemplar e valorizar a natureza e suas belezas. Preservar !!! Crianças e natureza se integram. Crianças que brincam com a natureza e que podem ve-la todo o dia, têm menos distúrbios de comportamento, menos ansiedade e depressão e mais auto-estima. Hoje vivemos num mundo concreto, onde lugar de diversão passou a ser o Sopping, uma boa parte das crianças não tem contato com elas, é quase impossível ter um cachorro, vida em apartamentos, cada vez mais isolados. As crianças vivem em seus quartos, com a televisão, o computador e outros aparelhos modernos, ficando sem sua grande companheira: A NATUREZA. Cada vez mais estamos criando seres desprovidos de contato com a natureza, presos em selvas de concreto, o que leva a um individualismo muito grande. No Brasil ainda temos a presença de uma rica variedade de flora e fauna que podem possibiltar as nossas crianças aprendizagem de uma relação de respeito e de cuidado com a natureza. Toda criança tem uma natureza selvagem que deve ser vivida em contato com o meio ambiente. A criança tem direito ao ócio, direito de sujar-se, direito construir uma cabana nos bosques, de ter um arbusto onde se esconder e árvores nas quais subir. Enfim direito de viver.
terça-feira, 29 de junho de 2010
A criança e a natureza...
Devemos ensinar nossos filhos a contemplar e valorizar a natureza e suas belezas. Preservar !!! Crianças e natureza se integram. Crianças que brincam com a natureza e que podem ve-la todo o dia, têm menos distúrbios de comportamento, menos ansiedade e depressão e mais auto-estima. Hoje vivemos num mundo concreto, onde lugar de diversão passou a ser o Sopping, uma boa parte das crianças não tem contato com elas, é quase impossível ter um cachorro, vida em apartamentos, cada vez mais isolados. As crianças vivem em seus quartos, com a televisão, o computador e outros aparelhos modernos, ficando sem sua grande companheira: A NATUREZA. Cada vez mais estamos criando seres desprovidos de contato com a natureza, presos em selvas de concreto, o que leva a um individualismo muito grande. No Brasil ainda temos a presença de uma rica variedade de flora e fauna que podem possibiltar as nossas crianças aprendizagem de uma relação de respeito e de cuidado com a natureza. Toda criança tem uma natureza selvagem que deve ser vivida em contato com o meio ambiente. A criança tem direito ao ócio, direito de sujar-se, direito construir uma cabana nos bosques, de ter um arbusto onde se esconder e árvores nas quais subir. Enfim direito de viver.
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
A origen das festas juninas...
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina. De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial(época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal). Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha. As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
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sexta-feira, 11 de junho de 2010
A importância dos Heróis !!!!
Super-Homem, Homem-Aranha, Batman. Branca de Neve, Cinderela, Chapeuzinho Vermelho. Os super-heróis dos desenhos e histórias em quadrinhos e os heróis e heroínas dos contos de fadas são muito presentes na vida das crianças, assim como foram na sua infância. Mas, afinal, qual é o poder desses heróis na vida dos pequenos? Um estudo realizado pela fábrica de brinquedos Mattel do Brasil, em parceria com o Instituto GFK Indicator, revela que eles não só influenciam o dia a dia das crianças como são essenciais para a formação da personalidade do seu filho.Segundo Lidia Aratangy, psicóloga e consultora da pesquisa, é nessa relação da criança com os super-heróis que são plantadas as sementes de valores, como ética, coragem, humildade. “Nos contos de fadas, os heróis são os mais humildes e bondosos da família ou da aldeia. São os que aceitam enfrentar a perigosa tarefa que irá salvar o reino, o rei, o pai”, diz.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores observaram um grupo de meninos de 6 a 10 anos, estimulado a construir uma história de encontro com seu super-homem, com etapas que vão até o momento em que o garoto se transforma em herói. No enredo inventado, não aparece somente o poderoso, mas aquele que tem seus momentos de fraqueza e medos. “Essas fragilidades abrem a brecha para o processo de identificação [da criança com o personagem]. Na maioria das histórias, é o garoto que tira o herói da dificuldade, para então se tornar seu aprendiz”, afirma a especialista.
E os vilões, que seriam o lado do mal da história, valorizam ainda mais a razão de ser do herói. Eles são importantes para que a criança saiba que o mal também existe. “Porém, ao final de uma história, quando os heróis são agraciados ou recompensados, é uma demonstração de que o bem pode triunfar”, diz. E a pesquisa foi além: as crianças que participaram do estudo demonstraram compreender que as características dos vilões são inerentes a qualquer pessoa. Segundo Lidia, as crianças reconhecem seu lado invejoso, ciumento, vaidoso e a capacidade destrutiva de cada um. Ou seja, por meio das histórias, são capazes de entender que somos todos contraditórios.
Se você tem receio de como as lutas entre o bem e o mal que habitam as histórias podem incentivar a violência, saiba que elas são benéficas ao ensinar que até mesmo num conflito é possível ser ético. “O incentivo à violência vem de uma cultura violenta, e de pais que perdem o controle e podem ficar violentos”, afirma Lidia.
O papel dos pais no imaginário infantil :
Não se assuste se um dia o seu filho resolver que só vai atender a um chamado seu se você se referir a ele como Batman. “Essa fuga [da realidade], esse exercício da fantasia, é inevitável, faz parte do desenvolvimento humano – e pode ser benéfica. É uma forma de ele se aproximar do ídolo, no processo de identificação”, afirma Lidia.
A presença dos pais, no entanto, é fundamental no mundo imaginário da criança. “Qualquer personagem, real ou imaginário, pode ser positivo ou negativo, dependendo da leitura que se faz. Por isso, é importante a presença dos pais (ou avós) junto da criança, ajudando-a a fazer uma interpretação correta do que vê”, afirma a especialista.
No estudo também foi analisada a visão dos pais sobre o imaginário da criança, e o resultado revelou como as brincadeiras com bonecos representando heróis no contexto da família aproximam filhos e pais, além de ser instrumentos de educação.
E você, também gosta de super-heróis? Há uma explicação para que as salas de cinema de filmes com esses personagens estejam sempre lotadas de adultos. “Continuamos a precisar de heróis pela vida afora. Precisamos que nos reassegurem que existe a possibilidade de vencer o mal. E que ele pode ser combatido eticamente”, diz Lidia.
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Aqui a ordem dos fatores altera o produto...
Você já deve ter se perguntado por que seus filhos têm a personalidade tão diferente um do outro. Um estudo mostra que a ordem do nascimento pode influenciar, significativamente, no comportamento da criança.Para a pesquisa, realizada por cientistas das Universidades da Pensilvânia, Havaí e Purdue, foram entrevistados 364 crianças, entre 7 e 19 anos, e seus pais. O resultado do estudo revelou que os caçulas tendem a ser mais independentes e com espírito aventureiro na adolescência, enquanto os mais velhos não apresentam mudanças na característica de sua personalidade ao longo do tempo. Segundo Rita Calegari, psicóloga do Hospital São Camilo (SP), o filho mais velho, por ser, em geral, o primeiro do casal, recebe uma carga de atenção e cuidado muito maior que os demais filhos. “Normalmente, por ser mais estimulado por adultos, anda mais rápido, aprende a falar com menos erros de linguagem. E tem também mais preocupação com os pais. É também o exemplo para os outros irmãos. Os caçulas são joviais, tendem a amadurecer um pouco mais tarde, até por muitas vezes ser visto como o bebê da casa”, diz.
Por aprender e ser estimulado com os irmãos, o caçula, afirma, se sai bem no convívio com outras crianças e, futuramente, pode ser, inclusive, mais hábil em negociações. “O irmão do meio tende a ser mais comedido e sofre um pouco pela dificuldade de definir seu papel (não é nem o mais velho nem o caçula), por ter perdido o ‘reinado’ de caçula”, diz Rita. Por outro lado, é um grande mediador entre os outros irmãos. “Não tem a pressão por ser o mais velho nem é visto de maneira tão infantil.”
Você acha que isso é um problema? Não. “As crianças vão se adaptando umas às outras com o desenrolar da vida. Claro que há o fato de dividir a atenção dos pais, mas isso não é problema. E nem todas as crianças têm cíume com o nascimento de um irmão. Algumas ficam muito felizes perante o ganho”, afirma Rita. A especialista afirma que só é preciso intervenção de algum especialista se o casal tiver dificuldade de lidar com os filhos a ponto de a qualidade da família e o desenvolvimento da criança estiverem afetados. “Tudo é mais natural do que imaginamos.”
Eu Andréa Alux que sempre achei que loucura pouca é bobagen e tive logo três, rsrsrsrsrsrs
Um totalmente diferente do outro, me trazendo fatos e alegrias distintas a cada momento...
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